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Caminhando

    

 

Os passos na longa estrada,

Poeira, passo a passo sigo

E não consigo ficar – passo.

 

Da hipocrisia falo novamente;

Na poesia fria novamente o falo;

Na nova mente a sensualidade ausente.

 

Rebuscadas palavras revestem o imoral,

A força brutal, o conformismo disfarçado;

Do semblante doce à face suada – o sal.

 

À retina o cisco – o espaço,

Pó, nos passos fico, afinco – pó.

Belas palavras passam, disfarçam.

 

A velha oração passa, ultrapassam;

A velha estrada marca, demarcam;

À velha mente novos pensamentos fincam.

 

Não fico. Passo.

 

 

www.majal-san.blogspot.com

 

                          


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Majal-San
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Majal-San
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Publicado em 08 de Outubro de 2013

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