Portal Escritores

Devaneios de um pintor.

Rasgarei o papel,

lançarei nele toda minha fúria e dor,

meus traços mais fortes o deixaram marcado.

 

Não mais branco, não mais cores vivas, 

apenas o preto e cinza, 

simples e talvez sem graça,

mas belo, com certeza será belo.

 

E por mais estranho que seja e talvez até contraditório, porque não colorir?

 

Embelezar ainda mais, deixar doce e atraente,

fazer o que é triste sorrir e assim talvez com a arte me redimir...

É, talvez eu deva mesmo colorir!

 

 

Juliano Firmino.

Comentários

Deixe seu comentário

Para enviar um comentário você precisa estar logado: login
Juliano Firmino
Escrito por:
Juliano Firmino
Artista da terra

Visão Geral do texto

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Publicado em 18 de Janeiro de 2014

Já foi visto 609 vezes

Favorito de 1 leitor

Categoria Ensaios


599
Leram
0
Vão ler

Tags

Favorito de 1 leitor
Textos Relacionados
Temos que acreditar

Por Aldair rocha

Terraço ou Paraíso...

Por Lis Nogueira

TUDO É FUGAZ

Por Nilton Santos

A SAGA DO ÍNDIO

Por Nilton Santos

ASSIM FALOU O PROFETA

Por Ernande Bezerra

Textos do Mesmo Autor
Foi preciso.

Por Juliano Firmino

Cordé Lampião!

Por Juliano Firmino

Epifania do dia!

Por Juliano Firmino

Da minha dor, cuido eu!

Por Juliano Firmino