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Cordé Lampião!



A poesia que aqui falo ela não tem preço não,
se encontra lá na feira pendurada num cordão,
fala do céu e do inferno, de político ou de ladrão
e todos ele se encontram lá no ultimo refrão;

Li um texto bem pequeno, de Virgulino, o Lampião!
Descobri que o danado era o rei do sertão,
armado até os dentes ele num tinha medo não,
por seu bando era chamado de valente Capitão;

Mas aqui nessa história, ainda falta gente entrar,
eram chamados de macacos a volante militar,
que sonhavam noite e dia Virgulino exterminar,
armarão uma emboscada e começaram a disparar, 
Virglino e sua amada foram a morte encontrar;

Mas o final dessa história, eu prefiro nem contar,
pois levamos na memória o guerreiro popular,
e enquanto houver sertão...

Háááááá...

ENQUANTO HOUVER SERTÃO, VIRGULINO REINARÁ!!!

texto de : Juliano Firmino

























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Juliano Firmino
Escrito por:
Juliano Firmino
Artista da terra

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Publicado em 20 de Janeiro de 2014

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