Tema Acessibilidade

Em Pessoa

• Atualizado

 

Revesti minha poesia
De verbetes reluzentes
Que brilhem fundo n'almas
E as iluminem inteiramente,
Mas a canção que acalma
É a mesma da dor contundente
Às vezes, métrica e rima
Às vezes, apenas repente
Às vezes, verdade e razão
Outras tantas, transcendentes
Realidades que mente
Por vezes, pura ilusão
Coração que se ressente
Mas o poeta fingidor,
Na dor que deveras sente,
Sentimento e reflexão,
Quer ser mente e coração
E aí que apenas mente.

 

*Fan Page Emanuel Galvão

Attachment Image
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao user original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
0
±1000 visualizações •
Atualizado em
Denuncie conteúdo abusivo
Emanuel Galvão ESCRITO POR Emanuel Galvão Escritor
União dos Palmares - AL

Membro desde Outubro de 2011

Comentários