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Nascimento de uma poetisa

 
 
 
"Quem faz um poema abre uma janela"
Então quebrei as paredes do meu ser.
Retirando angústias, medos, amores,
desejos no meio das sombras.
 
Por anos encarcerada com minhas
alegrias e tristezas. Estagnada diante
do que não compreendia, sem ao menos ter
à oportunidade nos sentimentos reprofundar. 
 
Enfim... respiro o ar da
liberdade e a todo instante 
nasce um novo eu.
 
Recriando a mim mesma em cada 
papel, em cada linha, em cada estrofe,
em cada verso, em cada rima.
 

Comentários

BERNARDO
BERNARDO 21 de Abril de 2015 às 00:30

Excelente transgressão poética! Um eu poético (lírico), a tratar da liberdade existencial, inserido no desenho de um soneto, mas liberto a todo instante das amarras (às vezes necessárias ou mais adequadas) da métrica, da rima, da tradição, do excesso de razão, de muitos nãos.

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Ru Cintra
Escrito por:
Ru Cintra
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Publicado em 20 de Abril de 2015

Atualizado em 22 de Abril de 2015

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