9º Encontro dos Escritores
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O Canto da Negra Fulô


 

 

Essa

MiscigeNação

De Branco Negro

Índio Pardo

Mestiço Mulato

É a prova de que a vida tem cor.

É prova de que existe amor.

Por isso, quando me perguntarem

Quem sou

Direi: sou negra!

Negra fulô!

Uma fulô negra

Que desabrocha

Na roda de capoeira

Com uma saia de chita,

Nas mãos coloridas fitas,

No ritmo dos atabaques

Eia  Zumbi dos Pamares!

Cantando ao mundo inteiro

Cantos  de todos os terreiros:

Nossas raízes não morrerão!

Nossa cor nunca será apagada

Porque ela é o gene que manifesta-se

Nos fenótipos das gentes de toda humanidade.

Porque somos filhos da terra negra! E nossa prole se propagará!

Nossos filhos darão frutos que regressarão ao pó da terra para gerar raízes d’África!

 

Comentários

O selenita
O selenita 30 de Julho de 2015 às 18:47

Ter orgulho de sua raça dignifica todas as raças . Parabéns.

Monique Munielle
Monique Munielle 31 de Julho de 2015 às 09:49

Obrigada, O Selenita!

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Monique Munielle
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Monique Munielle
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Publicado em 28 de Julho de 2015

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