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VILA DE SÃO MIGUEL, DEPOIS CIDADE DE SÃO MIGUEL DOS CAMPOS, FOI NO PASSADO, A SEMENTE DOS BARÕES DE ALAGOAS.

Na época do Brasil-Império, muitos brasileiros foram contemplados com vários títulos de nobrezas, pelos atos de bravura e por amor à pátria, onde nasceram, também houve, aqueles, que compraram as patentes, principalmente, os senhores de engenhos, os temidos coronéis, já outros, receberam os títulos, por grandeza da família. 

Alagoas, foi uns dos estados, que mais teve títulos nobiliàrquicos no Brasil, graças a honra e a bravura do seus filhos e a vila de São Miguel, depois cidade de São Miguel dos Campos, não foi diferente, na história de Alagoas está escrito que São Miguel dos Campos, foi a cidade que mais brotou, Barões e Baronesas, para o engrandecimento histórico e cultural do estado de Alagoas e diante de tanta regalia, São Miguel dos Campos, teve um filho, que atravessou fronteira, e representou o Brasil, em diversos países do exterior. 
Irei citar agora, os nomes dos Barões e das Baronesas, que horaram e glorificaram a cidade de São Miguel dos Campos. 
Manuel Duarte Ferreira Ferro, filho de Ana Maria José Lins e Manuel Vieira Dantas, recebeu o título de BARÃO de JEQUIÁ, por grandeza, em 14 de abril de 1859, pelo fato dele ter lutado na Revolução Pernambucana em 1817 e na Confederação do Equador em 1824. O Barāo foi casado duas vezes, sua primeira esposa foi Ana Angélica, que faleceu, antes dele ser barão e Maria Carolina da Costa Barros, a Baronesa de Jequiá, que estar sepultada no estado do Rio de Janeiro, já o Barāo e sua primeira esposa, estão enterrados em São Miguel dos Campos. O Barāo de Jequiá, faleceu em 05 de maio de 1870, com 64 anos de idade. 
Epaminondas da Rocha Vieira, filho de Francisco Frederico da Rocha Vieira e neto de Ana Lins e sobrinho do Barāo de Jequiá, proprietário do Engenho Varrela, foi contemplado pelo rei de Portugal, Dom. Luiz, com o título de BARÃO DE SÃO MIGUEL, em 18 de dezembro de 1870. outogardo pelo Imperador Dom. Pedro II, quando esteve em Alagoas, sua esposa Antônia Leopoldina da Rocha Vieira, a baronesa de São Miguel, estão sepultados no cemitério de São Miguel dos Campos. O Barāo morreu em 1897 e a baronesa em 1914. 
Maria Luiza Vieira de Albuquerque Maranhão, filha de Ana Lins, a BARONESA DE ATALAIA, casada com o Barāo de Atalaia, Lourenço Cavalcante de Albuquerque Maranhão. A Baronesa de Atalaia faleceu no Rio de Janeiro, em 03 de maio de 1876.
João Lins Vieira Cansançāo de Sinimbu, BARÃO, depois VISCONDE, filho de Ana Lins e Manuel Vieira Dantas, foi Embaixador, Ministro do Império, Presidente das Províncias de Alagoas, Sergipe, Bahia e Rio Grande do Sul. Considerado, por muitos, como uns dos maiores estadistas do Brasil. Recebeu o título de Visconde em 18 de maio de 1888, das mãos da Princesa Isabel, pelos serviços prestados à pátria. Faleceu em 21 de dezembro de 1906, com noventa e seis anos de idade, esse grande ícone da nossa história estar sepultado, no cemitério João Batista, no Rio de Janeiro. Visconde de Sinimbu era casado, com a inglesa, Valeria Tourner Vogeler. 
Comendador Miguel Soares Palmeira, proprietário do Engenho Prata, chefe do Partido liberal, tinha um profundo conhecimento na área política e foi uns dos contribuintes, para que a abolição acontecesse no Brasil, por este feitio, Dom Pedro II, assinou o documento e ia lhe conceder a honraria e o título de Barão, mas por infelicidade do destino, não conseguiu receber a carta nobiliárquico, pelo motivo, do Brasil ter passado a condição de República, em 1889, pelo então alagoano, Marechal Deodoro da Fonseca, em alguns livros da história de Alagoas, seu nome é citado na escala dos Barões de Alagoas, como, BARÃO DE CORURIPE. Ele era casado, com Tereza Ferro Soares Palmeira, a Baronesa de Coruripe. O Barão de Coruripe, faleceu em 03 de setembro de 1892. 







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Publicado em 13 de Outubro de 2017

Atualizado em 16 de Novembro de 2017

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