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Fragilizada


Lastimou no mais forte
brilho de alabastro
Afogou-se no
Ardente sangue

Os teus cantos
Reboavam em meus ouvidos.

Teu suor é fonte
De prazeres
Teu horizonte bebe
Loucamente,
Meu choro,meu pranto.
Teu corpo cabalístico
Teus olhos hialino
Teu sofrimento
Gritante e oculto.

Tua alma cerval e nua
Se prorrompeu
No mais belo e triste
Mar austero.

 
















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Ana Lívia
Escrito por:
Ana Lívia
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Publicado em 03 de Novembro de 2018

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