Portal Escritores

PORTA ESTREITA


Um dia sem direção, sem horizonte, dia de muita tribulação.

Fugindo das provas, fugindo de todos, fugindo de mim.

Fugindo da hipocrisia, da falsidade, da demagogia e desilusão.

Fugindo do imenso vazio que habitava o meu triste e pobre coração.

Mas quando pensei que tudo estava perdido,

Encontrei uma porta estreita,

E nela estava um homem de olhar meigo e gentil,

Estendendo suas mãos.

Com uma linda voz parecendo uma canção,

Um sorriso lindo e um olhar simples e penetrante.

Me deu um forte abraço, com palavras ternas e suaves,

E um lindo sorriso, me oferecendo o paraíso.

E com suas mãos estendidas em minha direção,

Nelas havia cicatrizes em ambas as palmas,

Com as marcas dos pregos que foram feitos pelos mau feitores por minha causa,

Em resgate da minha alma.

Ele me disse:

Eu sou o consolo e a razão,

Para os que não têm salvação.   

Cuidadosamente perguntei o seu nome, Ele docemente respondeu;

Eu sou O Eu Sou, Eu sou o pão, Eu sou o caminho, a verdade, a luz e a vida,

Eu sou o alfa e o ômega, eu sou a luz que raiou na escuridão.

Eu sou em tua vida melodia, eu sou canção.

Eu sou a voz da verdade, eu sou amor, eu sou bondade.

Eu sou a porta das ovelhas,

Quem entrar por mim entrará e encontrará pastagem.

Eu sou a verdadeira paz para o seu coração.

Eu sou a ressurreição.

Para os aflitos e oprimidos Eu sou o alívio.

Que confiança, que felicidade, que alegria que eu senti.

Então naquele exato momento passaram todos os meus tormentos.

Não mais o exitei e corri para aquela porta, ao seu encontro

E o abracei e chorei bastante.

Naquele momento tudo foi lindo, tudo foi mágico, tudo foi divino.

Naquele exato momento me vi em uma linda paisagem.

Tudo mudou na minha vida,

Tudo se fez novo.

E tudo aquilo na minha visão era um belo jardim, Cheio de flores.

Naquela hora encontrei uma paz interior.

Encontrei consolo, uma tranquilidade.

Nesta porta, neste encontro e neste abraço envolvente.

Gerou em mim confiança, felicidade, esperança e muita alegria.

E já não existia mais em mim, mágoa, tristeza, nem rancor.

Agora eu sei que eras tu, oh Jesus Cristo.

Meu Deus, meu Rei, meu Senhor e meu salvador.

Comentários

Deixe seu comentário

Para enviar um comentário você precisa estar logado: login
Antonio Batista
Escrito por:
Antonio Batista
Autor

Visão Geral do texto

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5

Publicado em 20 de Janeiro de 2020

Atualizado em 21 de Janeiro de 2020

Já foi visto 162 vezes

Favorito de 0 leitor

Categoria Poesias


162
Leram
0
Vão ler

Tags

Textos Relacionados
SEM VOCÊ

Por Antonio Batista

Tenacidade

Por Majal-San

Natural

Por Majal-San

Nova Terra Prometida

Por tonyramos

Os versos calados

Por Andre Pesilva

Textos do Mesmo Autor
Minha Rainha!

Por Antonio Batista

Pensando em política

Por Antonio Batista

PARÁBOLA DE UM POETA

Por Antonio Batista

Esposa Minha

Por Antonio Batista