Portal Escritores
Lidiane Santos
Lidiane Santos Publicado em 01 de Abril de 2013

Crepúsculo

O dia se passa tão lento;

       E a noite tão rapidamente;

O crepúsculo é simplimente inebriante;

                E ao mesmo tempo excitante;

O amanhecer de um novo dia,nos enche de alegria;

   Nos enebria de tão esfuziante e revigorante;

Já o anoitecer nos alegra e amedronta!

  Pois a noite,guarda muitos segredos e nos deixa passar um sentimento de amargura;

   O crepúsculo é a transição do dia para a noite,é o momento em que agradecemos por podermos presenciar.



Lidiane Santos
Lidiane Santos Publicado em 01 de Abril de 2013
Atualizado em 01 de Abril de 2013

A noite, A natureza, o mundo...


                      A noite costuma ser tão obscura.                          

   Apesar de tudo esconde um mundo desconhecido,como magia.Ás vezes a noite nos surpreende com muitas estrelas e uma linda lua.Mas tem noites que o céu está muito obscuro,com nuvens carregadas de chuva,a chuva é muito simples e tenebrosa,principalmente se vier acompanhada de raios e trovões.

  O mundo é um conto de fadas,que eu queria poder compartilhar,mas somos tão estupidos,que o estamos destruindo.

   Quando o sol nasce traz com ele,a esperança de que tudo pode melhorar e que a nossa conscientização de que o que estamos fazendo, vai nos matar e comprometer a sobrevivência das futuras gerações e de todo o nosso ecossistema.

  Todos tem que ter a certeza de que, se destruir a natureza,gradativamente estará se destruindo.                     

Vulgdd Dozuify
Vulgdd Dozuify Publicado em 15 de Fevereiro de 2013
Atualizado em 15 de Fevereiro de 2013

Voraz


Quem pode contar todas as marcações que ainda são infinitas? Parece meio estranho ou sem lógica, mas te digo que mesmo com tanta astúcia alguns ainda continuam tentando. Falta de informação? Desejo  próprio? Um simples fato de ilusão?

Seja o que for, seja quem for. De qualquer forma sempre que mais um dia for vivido será como tentar encher o mar com copos de água.

Tercio Monsores
Tercio Monsores Publicado em 18 de Janeiro de 2013
Atualizado em 18 de Janeiro de 2013

Tempo ao meu estilo de tempo

Cada minuto é passado no fugaz tempo humano.

Nem se importar em passar, o Tempo.

Cabemos nós a hora de aprender a firmar

A trava do presente nas páginas da nossa história!

Enganemos o Tempo, esse senhor de todas as verdades...

Pois a ele, como ele é tempo presente em si, nem aí pro nosso tempo cronológico.

Dermos tempo só ao nosso tempo, senão ele, o Tempo, nos devorará

Sem nos contar fatos da nossa própria história em seu tempo!

Não perca tempo em esperar do seu tempo algo que virá gratuito do Tempo

Precioso é o tempo que vivi acordado sem esperar o futuro-tempo

Como se fossem dados marcados!...

josue firmino
josue firmino Publicado em 23 de Outubro de 2012

                                      Hipótese 

 

     Daria para imaginar qual rumo teria tomado a história da humanidade se Deus não tivesse colocado no jardim, o fruto proibido, nem no homem, a natureza  de querer palpar e conhecer o que não lhe é permitido (gn 3:3)?

     Se Ele não tivesse simpatizado tanto com a oferta de Abel e menosprezado a de Caim (gn 4:4,5)?

     Se Ele não tivesse castigado com jatos de fogo os ignorantes de Sodoma e Gomorra (gn 19:23 – 26)?

     Se Ele não tivesse escrito a história do dilúvio (6:13), nem deixado Noé amaldiçoar Cam (gn 9:21 – 27)?

     Se Ele não tivesse separado o filho da escrava, Ismael (gn 16:12 e 21:14), do filho da promessa, Isaac (gn 17:19)?

     Se Ele não tivesse predestinado no ventre estéril de Raquel (gn 25:21) duas vidas e, invertido a ordem dos costumes, determinando que o mais velho serviria ao mais novo, e que seriam duas nações, onde uma venceria a outra (gn 25:22 e 23), e isso, quando ainda não haviam feito nada de bem ou de mal (Rm 9:11), só para mostrar que não depende das obras, mas dEle que chama (Rm 9:12)?

     Se Ele não tivesse feito Jacó trocar as mãos na hora de abençoar seu netos, Manassés e Efraim (gn 48:13, 14 e 17)?

     Se Ele tivesse amado por igual a Jacó e a Esaú (Rm 9:13; Ml 1:2 e 3)?

     Se Ele tivesse preparado outra Canaã e não tivesse endurecido o coração dos reis que lá já estavam, apenas para mostrar o poder e a força de quem empunha a espada  e a dor de quem sente o fio dela (Js 11:20)?

     Se Ele não tivesse erguido Nabucodonossor e usado-o como Seu servo (Jr 27:6, 8; 28:14), (Ez 30:10 – 12, 17, 24, 25), (Dn 1:1, 2)?

     Se Ele tivesse trazido a harmonia para as famílias e não tivesse dividido os cinco em  três contra dois (Lc 12:49 – 53)?

     Se  Ele não tivesse anunciado as conhecidas profecias (Mt 2:17; 26:56; Mc 15:28; Lc 24:45,46; Jo 19:24,28,36,37) para não ter que ser fiel ao seu cumprimento?

     Se Ele não tivesse endurecido tantas vezes o coração do Faraó (Ex 4:21; 7:3; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8, 17), (Dt 2:30, 34), (1 Sm 2:25; 10:9), (Is 6:10; 54:16), (2 Cr 25:20)?

     Se Ele tivesse chamado de amada toda extensão habitada e de Seu povo a todos sem exceção (Rm 9:25)?

     Se Ele tivesse feito todos falarem a mesma língua, ouvirem com os ouvidos, verem com os olhos, e tivesse tornado sensíveis os seus corações (Is 6:8 – 10)?

     Se Ele não tivesse deixado mais Raquel chorar a dor de seus filhos (Mt 2:18)?

     Se Ele tivesse dado um coração e um espírito novo (Ez 36:26,27) a cada homem para não ter que crucificar o Filho?    

      

josue firmino
josue firmino Publicado em 23 de Outubro de 2012

                                            Senão ...

 

     O que diz o espinho quando fura a mão que se direciona à flor?

     O que quer a fonte com a insistência de vencer obstáculos até ser envolvida pelo abraço do mar?

     O que custa à semente a missão de produzir nova vida?

     O que faz alguém sacrificar sua identidade para que os outros se identifiquem?

     O que faz um pai sombrear seus sonhos para que a vida seja refletida na realização de seus filhos? E a mãe, que logo após o sacrifício do parto, se reconstitui aconchegando seu recém-nascido?

     O que moveu o Criador a nos criar à Sua imagem e semelhança?

     O que nos deixa em ruínas quando somos separados de alguém que nos faz bem?

     O que diz o último suspiro quando o corpo decide não querer continuar?

     O que diz o lamento na hora do aceno de um adeus?

               O que diz o abraço na hora do tão esperado encontro?

     O que nos revela a ansiosa espera por nossa outra metade?

     O que é o ato de misericórdia, de compaixão, de ser solidário ou de dar a mão?

     O que é capaz de reerguer alguém depois da decepção?

     O que é o vínculo que faz unir dois seres, fiando o destino de duas vidas?

     O que é o selo que identifica a renovação de uma vida?

     O que é o pôr do sol, a noite de luar, o cancionista melodiando sua inspiração?

     Ah! O que é o recheio da vida senão o amor?

ronperlim
ronperlim Publicado em 21 de Outubro de 2012

 

O livro A menina das queimadas apresenta a trajetória de uma menina que vive numa cidadezinha do interior de Sergipe que nutre um amor incondicional pelos estudos, mas quase interrompido pelos pais, pois, eles priorizavam as coisas de casa e da roça. Se não fosse a intervenção de sua avó, fazendo-os voltar atrás sobre a decisão de não deixá-la estudar, a menina das queimadas não realizaria o seu sonho em meio a tantas dificuldades que os padrões rígidos impostos às crianças, aos adolescentes e aos jovens da época.

O livro busca retratar, também, a importância delas nas atividades domésticas, agrícolas, no mercado informal, nos revelando uma infância cheia de dificuldades, privações. A menina das queimadas só passa a ter uma vida mais justa, digna, envolta de amor, fartura e admiração quando vai viver com sua avó e conclui seus estudos. As histórias contidas neste livro pertencem a um tempo longínquo, distinto dos dias atuais; mas que servem de reflexão para aqueles que abrem a cabeça e o coração.

A respeito desse livro, veja o que disseram por e-mail:


“História interessante, de fácil compreensão”.

“Prezado Ronaldo,

simpático livro covê nos mandou. Essa questão da memória e das cidades é de fundamental importância para o mosaico que compõe a história do país e das comunidades. O indivíduo como protagonista das narrativas locais e da história, e esse resgate você fez bem. Parabéns”!

José Maria Rodrigues, editor – Taba Cultural Editora

 

Prezado Ronaldo

 Bom Dia!

Mesmo não tendo, ainda, terminado a leitura de A Menina das Queimadas (só faltam os 02 últimos capítulos!), que trata das Memórias de Dona Zélia, sua “sogra mãe”, já posso adiantar que estou me deleitando bastante com a leitura do mesmo: de fácil leitura, não cansativo, e cada capítulo nos arremete à leitura do próximo!

Parece até que estou revivendo os meus tempos da década de 40, em Porto Grande – SE, onde nasci, quanto ao linguajar, aos costumes, à rigidez dos pais (principalmente relativa à honestidade – devolução dos achados a seus respectivos donos), etc. ... 

Parabéns!

Orlando Santana da Cruz, leitor, Guarujá - São Paulo

 

O livro custa R$ 20,00 + frete e pode ser adquirido no site da Livraria Asabeça ou diretamente com o autor neste endereço: ronperlim@bol.com.br.

مبتدئ Marcelinho باربوسا Barbosa
مبتدئ Marcelinho باربوسا Barbosa Publicado em 05 de Outubro de 2012

Por que?

Bezerra
Bezerra Publicado em 26 de Setembro de 2012

   MULHERES MALANDRAS DAS NOITES

Sou vítima também como tantos,

Que sofre na vida a traição do amor;

De falsas mulheres bandidas

Que não sentem por nós um pingo de dor.

São mulheres malandras das noites,

Que nem sequer pensam em viver;

Tão pouco preverem o futuro da vida

Preferem no mundo sofrer.

Ficam vagando nas ruas,

Trocando de parceiros a todo instante;

Nada pensam no que lhe possa acontecer

O amor para elas são mais importante.

São eternas mariposas que vedem,

O teu ser por qualquer nota de vintém;

Coitadas, não sabe o castigo que levam

Quando chegarem as terras do além.

 

 

Luiz Gonzaga
Luiz Gonzaga Publicado em 22 de Setembro de 2012

Pessoal, acessem meu blog, sou graduando em letras/português pela UFAL e aqui desejei divulgar meu trabalho, espero que gostem: http://atuacaolirica.blogspot.com.br/

BitShitDevilEvil
BitShitDevilEvil Publicado em 08 de Setembro de 2012
Manoalves
Manoalves Publicado em 05 de Setembro de 2012

BOA NOITE AMIGOS E SEGUIDORES...

 

http://inkdesignerstampas.blogspot.com/

PASSANDO HUMILDEMENTE PARA TE CONVIDAR, ACESSE O BLOG E SE GOSTAR PARTICIPA DELE, AH! NÃO ESQUEÇA DE VOTAR... CLIQUE EM 1 DOS SELOS DOURADOS, VAI APARECER O MEU BLOG E VC PODE VOTAR POR EMAIL, TWITTER E FACEBOOK, DESDE TE AGRADEÇO:

http://inkdesignerstampas.blogspot.com/

CLIQUE NO SELO, VOTE AQUI, JA ABRE O LINK DIRETO PARA VOTAR NO MEU BLOG."PRÊMIO TOP BLOG 2012"

http://inkdesignerstampas.blogspot.com/




BENÇÃOS, HONRAS E GLÓRIAS...

I
Não consigo entender
como vive a humanidade
num mundo tão violento
todo cheio de maldade
um fazendo o mal ao outro
sem pensar na caridade...
II
Mas... 
Ainda existe homem forte
que passa a vida trabalhando
com a união da família
ambos vão se ajudando,
e contam com a proteção
de Jesus Cristo, o soberano...
III
O homem se descontrola
por viver sempre lutando...
Cedinho ele deixa a casa,
quando a noite vai chegando
cansado volta para a casa
e encontra a esposa chorando...
IV
Calado, não fala nada
pois já sabe o que que é...
Abraça-a calorosamente
e reanima a mulher;
Diz: Vamos lutar para vencer
porque o importante é ter fé...
V
A companheira mais animada
trata de servir o jantar...
O pobre cambaleando
cochila e vai se deitar...
Coitado mal se alimenta
porque com o que ganha não dar..
VI
Quando é no outro dia
aquele homem esmorecido,
se levanta bambeando
chateado, entristecido...
Novamente vai a labuta
completamente enfurecido...
VII
O seu trabalho não rende,
também já não tem vigor...
Tenta ser forte e preciso,
seu corpo se banha em suor...
O patrão não compreende
e o dispensa ser ter dó...
VIII
Revoltado, retorna ao lar
e narra toda a situação...
A esposa calma e sábia
pede a Deus em oração,
ela  prostra-se de joelhos
e pede a paz em devoção...
IX
Deus amado e poderoso
atende ao seu clamor...
Cobre o homem com bençãos,
derrama gotas de amor...
Também prepara-o, capacita-o
para se tornar um vencedor...
X
Foi com trabalho e perseverança
que aquela família simplória...
Venceram todos os obstáculos,
conquistaram, chegaram a vitória...
E agradecem a Deus em orações
por suas bençãos, honras e glórias...

Autor: Manoel Carlos Alves
Copyright texto e foto: Manoel Carlos Alves

Acesse o blog, leia e se gostar siga-o!!! 
Por favor vote em meu blog para o "PRÊMIO TOP BLOG 2012"
Quer me seguir? Então vem comigo:
o:Minhas obras de artes:
 
Acesse o blog, leia e se gostar siga-o!!! 
Por favor vote em meu blog para o "PRÊMIO TOP BLOG 2012"

 

 
 
ciro machado
ciro machado Publicado em 24 de Agosto de 2012
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
OUTRO POCA URNA FERNANDO,
Essa foi contada por Arlindo barbeiro.
Fernando de Tonho Mata Grande, nunca foi bom musico trombonista,era sim pescador com arte e competência,chegou a ser presidente da Colônia dos Pescadores.Se empolgou com isso,e achou que poderia ser político,se filiou,no partido quatorze,simpatizava com esse número.Dizia dá sorte.Pensava quatorze já passa dos treze,daí por diante dá sorte.Foi candidato a vereador por uma coligação que tinha esse número escolhido a dedo.Não importa os programa,e sim o número.Resultado da eleição,Fernando Mata Grande, quatorze votos.Não desistiu e olhe de novo na outra com o mesmo número,novamente resultado,quatorze votos.Não desistiu,e dessa vez acatou a sugestão de Augusto Belota,que deu uma idéia,para conquistar eleitores:fazer uma carreata de carroças de burro.assim fez.Traipu sempre teve muitas carroças de burro,nesse tempo,de caminhão só existia um azul de dona Nozinha.Todo frete nas proximidades era feito de carroças tração animal.Desfilram pelas ruas da cidade ,umas trista ou mais carraças de burro enfeitadas com fita coloridas,conforme dicas de Augusto. Ferrando bem ancho sentado de terno,num banco improvisado na primeira carroça.Desfile e tanto sob aplausos e vaias.Satisfeito,com o evento,partiu para eleições.Resultado : deu azar,treze votos.Esse número tirou sua sorte ,até o voto dele , errou dessa vez.Parece até, que a urna era furada.Cansado de perder,desistiu de ser candidato.Mas duma coisa tenho certeza foi um lutador:tentou.
Erisvaldo Vieira
Erisvaldo Vieira Publicado em 17 de Agosto de 2012

https://www.facebook.com/fasdegracilianoramos

PORQUE ALAGOAS TAMBÉM SABE PRODUZIR CULTURA.E DAS BOAS. Página do Facebook sobre Graciliano Ramos. Entrem, curtam!

Luiz Gonzaga
Luiz Gonzaga Publicado em 16 de Agosto de 2012

Sigam-me no twitter: @poeta_LuGonzaga e acessem meu blog: atuacaolirica.blogspot.com.br :)

Erisvaldo Vieira
Erisvaldo Vieira Publicado em 09 de Agosto de 2012

 https://www.facebook.com/fasdegracilianoramos - por favor, amigos, criei esta página deste link. Por favor, entrem e curtam. Preciso. Obrigado!

 

Edson
Edson Publicado em 08 de Agosto de 2012

A Livraria Tenda Cultural esteve presente no 1º Encontro de Escritores Alagoanos ocorrido no dia 25 de julho na cidade de Pilar - AL. O evento foi uma iniciativa conjunta da escritora Cida Lima e do escritor e Secretário de Cultura de Pilar, Sérgio Moraes. O evento foi o primeiro passo para que os escritores alagoanos criem laços, ajudem-se mutuamente e encontrem caminhos para o fortalecimento da Literatura Alagona. Durante o evento vários temas foram levantados em relação ao mercado editorial e os escritores puderam trocar experiências. A Tenda Cultural se colocou à disposição dos escritores para comercializar suas obras tendo em vista a livraria dispor de espaço especial para divulgação da literatura local. 

A Tenda Cultural trará muitas novidades para o ano de 2013 como a participação em feiras e bienais do livro. Escritores interessados em lançar livros e divulgar as suas obras poderão fazê-lo conosco. Brevemente teremos maiores detalhes. 

Escritores que quiserem entrar em contato para dispor de suas obras em nossa livraria devem entrar em contato através do e-mail tendacultural@ymail.com, ou através do telefone (82) 3421 3687.


Luiz Gonzaga
Luiz Gonzaga Publicado em 28 de Julho de 2012

Acessem meu blog "Atuação Lírica", e dê sua opinião sobre os textos: http://atuacaolirica.blogspot.com.br/ Riso

Sander
Sander Publicado em 27 de Julho de 2012

O ESTILO É A ALMA DO ESCRITOR

 

O estilo de cada um é sua verdadeira impressão digital, é a sua marca, ou mais ainda, é a própria alma de quem escreve, seja lá qual for a espécie de escrita. Tanto faz se é uma simples carta, um bilhete informal, uma monografia científica ou uma obra literária, desde uma simples crônica a um romance épico. Não importa. Ao escrever seu trabalho, o autor deixa estampado, indelevelmente, sua personalidade, aflorando suas angústias, perspectivas, medo, crítica social, senso de humor, grau de solidariedade, nível de conhecimento, calor humano, etc. Lógico que, dependendo da natureza do escrito, sobressai-se mais evidente uma ou outra característica, mas, no mínimo, pelo menos uma delas estará presente no trabalho.

Ao escrever, o autor empresta à obra o que há de mais profundo em seu íntimo, chegando a escrever coisas que nem sabia que era capaz. Isso explica nossa riqueza interior e só depende de nós sua exploração. Não podemos esquecer que todos os conhecimentos, vivências, experiências, traumas, e tudo o mais que suportamos dia a dia, desde a palmada que recebemos ao nascer até a angústia às vezes causadas no ato de escrever, vêm à tona nesse momento mágico, onde expomos a força interior do nosso trabalho. Reparem que não é incomum a falta de assunto antes de iniciarmos um escrito. Eu, por exemplo, às vezes penso bastante antes de escrever alguma coisa e quando já estou perto de desistir, de ímpeto, começo a rabiscar algo e esse algo vai fluindo, aumentando e bum, o texto está pronto. Certo que não sai nenhum tesouro literário, afinal, não sou Graciliano, Drumond, Vinícius, Machado ou outro ícone da literatura, mas, pelo menos para mim, que escrevo sem qualquer pretensão, fico feliz com o resultado. E é aí, talvez, quando escrevemos por impulso, impelidos pela natural necessidade de desabafar que nos mostramos mais acentuadamente, nos despindo da vergonha, timidez e temores que nos assolam, tão natural na frágil espécie humana.

É justamente a conjugação de tudo isso, de todas essas experiências e características, que edifica o estilo literário de cada um. Não adianta fugir do seu estilo e tentar imitar outro autor, pois seu texto soará falso, frágil, inconsistente e sem personalidade e o pior, mesmo que agrade a alguns, jamais agradará quem escreveu, porque ele sabe que falta ali a essência do texto: sua alma.

Esclareço que estilo não se confunde com técnica, configurando-se, ambas, coisas completamente diferentes. A técnica pode ser modificada, revista, pode tornar-se mais apurada, mais refinada, aliás, a evolução da técnica é até recomendável, ou melhor, é necessária mesmo e está diretamente interligada ao crescimento do autor. A técnica é exterior e demonstra o nível intelectual do escritor, sua escola literária, sua capacidade de síntese e argumentação, enfim, a soma das capacidades técnicas forma os métodos empregados pelo autor em seus escritos. Já o estilo é de alcance infinitamente maior, posto que, além de contar em sua formação com as técnicas assimiladas pelo autor, trazem em seu bojo uma herança única,  a individualidade de cada um e é isto que faz a diferença. Dois autores podem ter até técnicas iguais, contudo, jamais terão estilos idênticos.

O que afirmo não é difícil de comprovar. Quem escreveria Romeu e Julieta com estilo idêntico ao de seu autor? Impossível. Nenhum outro escritor descreveria uma tragédia, com todos os requintes de infortúnio e, ao mesmo tempo, impermeabilizá-la com a couraça instransponível de um amor tão intenso, que fizesse essa tragédia ser lembrada mais como obra romântica. Só mesmo Shakespeare, ninguém mais. Cito, também, Garota de Ipanema, uma obra prima da música brasileira (e mundial), escrita por Vinícius de Moraes, sob a musicalidade de Tom Jobim. Quem no mundo, além do Poetinha (apelido carinhoso de Vinícius), relataria o balanço de uma moça na praia, de forma tão sublime e poética? Tenho certeza que nenhum outro faria igual. Que dizer, então, de Machado de Assis. Qual outro autor poria tanta dúvida nos leitores, quanto à  honestidade   de uma personagem, com a sutileza machadiana. Afinal, Capitu traiu ou não traiu? Ninguém sabe e isso devido não a uma simples técnica, mas ao refinado estilo de Machado.

O estilo, como visto, é a pedra de toque do escritor e é mais que escola literária, mais que técnica, mais que metodologia. O estilo vai mais longe, mais profundo. O estilo é a alma do autor transportada para o seu texto.


(sander Dantas Cavalcante)
ciro machado
ciro machado Publicado em 26 de Julho de 2012
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
NÉ VIEIRA
Não me lembro bem de Né Vieira,mas conheci,um seu filho,o Alfredinho de Vitória,que todos os meses de Dezembro estava em Traipu,aproveitando as festas,durante suas férias.Dizem,que ele morava,perto do bar de Zé Gundim onde hoje pertence a Augusto Belota.Era marchante de bodes e carneiros,muito popular e conhecido na região,pelas façanhas, e improviso nas andadas pelo interior,quando ia comprar as criações(animais),tocar seu negócio.Sempre andava para Piranhas,Capivara,Olho D água da Cerca,Mumbaça,Priaca,e Manueis,de cavalo.Raras vezes andava a pé para realizar seu negócio.Só quando o rebanho não dava para trazer de cavalo.Uma dessas vezes,vindo de Piranhas,passando nas alturas da Tapera,atravessando a Ribeira,onde o rio Traipu se encontra com o deságüe do Rio Priaca,pleno verão,mês de Dezembro,perto da Festa da Padroeira.Um carneiro berrava desesperadamente,enquanto comia a grama verde no leito seco da ribeira:-bé...bé...me..leve...né..bé..bé.,me leve leeeve..né..Não pestanejou,pegou o carneiro trazendo,para manutenção do seu negócio,e atender a freguesia.De quebra ganharia a buchada,tudo isso, a custo zero,pensou.Matou o carneiro,vendeu as carnes.Mas eram poucas pessoas que andavam pelos caminhos.Se sabia quem tinha passado.Seria descoberto de qualquer jeito.Não contou que o dono do mesmo depois aparecia cobrando, aquele carneiro,exigindo quilo por quilo de carne,numa avaliação imaginária,para não lhe botar na prisão. Não queria ir para delegacia, por isso pagou a quantia devida. Mas ele, se saiu com uma conversa,que criou na hora,disse :- seu carneiro,insistiu tanto,que tive que trazê-lo.Mas não é meu costume roubar,não foi roubo, foi caridade.Ele dizia:-Ne,me leve.né,me leve ,né,né me leve.Não resistí, e fiz esse favor ao bichinho.Né,me leeeve,né.
ciro machado
ciro machado Publicado em 26 de Julho de 2012

CIRO MACHADO
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
A CAMINHONETE 
O cara era trabalhador, vendia feijão na feira, tinha família grande, viva folgado, pois era também bom negociante. Chegavam chamar o Cara do feijão, uma espécie de rei daquele cereal. Comprava as safras dos lavradores, na época da safra, de preço baixo, revendia aos pequenos comerciantes. Também tinha sua banca de feijão, na feira.Ganhou muito dinheiro,comprou fazenda.Mudou de casa,mudou de amigos,freqüentando agora altas rodas .Pessoas de uma condição financeira melhor,eram seus amigos de papo.Passou a fazer farras,pagar cerveja para os policiais,pois podia gritar,falar alto,e tudo certo,farreando com fazendeiros,funcionários público.Estava em outro nível,freqüentava AABB,Club Margaret.Quando já cheio de cerveja ,se auto titulava de rico.Tinha que comprar um carro,se comparar aos demais do seu circulo.Não andava mais a pé .Comprou uma Caminhonete,dessas gastadeiras.Consumia um litro de gasolina,por cada quatro quilometro.Era rico,podia.Fazia empréstimo bancário.Os bolsos cheios de dinheiro,exibia sem temor.Nadava na grana.Para os antigos amigos,pagava cachaça,nas bodegas,mas longe de onde bebia.Só se misturava com ricos.Aquele fulano do feijão só tinha o nome antigo, agora.Não vendia mais aquele produto,tinha vergonha.O tempo passou,o dinheiro acabou,a divida chegou,e o carro comeu o pouco que sobrou.Vendeu terreno,vendeu casa boa,mas o carro,mesmo já gasto,não ia vender.O orgulho ainda era grande. Depois de pouco tempo,já sem dinheiro ,para consertar aquela lata veia,que a essas alturas,já não valia mais nada,abriu o capuz,levantou a vareta, que segura a tampa.Pareceu uma grande boca aberta.Foi assim que viu quando sentou no barranco de lado.Pensou olhando para ela.Não se conteve e disse em voz alta:-agora,bobônica da peste,carro miserave, me engula. é só que me falta.Tempos depois se entregou a cachaça ,morrendo bêbado.Toda riqueza sem humildade,é a ruína do ser humano.

Rosângela Rodrigues
Rosângela Rodrigues Publicado em 25 de Julho de 2012

Ser escritor não é coisa que se aprende nas grandes universidades.

Não se cursa para adquirir diplomas, nem tampouco não é algo que nos dá recursos.

Ser escritor é um dom nato, dado pelo Criador, no qual já viemos com ele desde que somos concebidos.

O escritor é aquele que vive mais a sua vida interna do que a externa, e a vivencia através das suas palavras escritas.

Através de suas palavras dedilhadas em um micro, em uma velha máquina de escrever, ou simplesmente em uma caneta, ele tem a capacidade de transmitir para o papel toda a dimensão do seu ser.

O escritor é capaz de ser autor de belas histórias: Romances, Dramas, poesias, contos e versos. E em meio a tantas escritas, o escritor acaba sendo autor da sua própria história de vida, escrevendo-a de acordo como ele a desejaria.

Eu não me considero uma habilidosa escritora; sei que tenho muito que aprender deste mundo encantador da arte da escrita.

Só sei escrever o que sinto e o que creio; e, tal qual o Salmista Davi:

“O meu coração [também] ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor”. 
Salmos 45:1

25 de Julho, dia do escritor.

PARABÉNS A TODOS OS ESCRITORES DO MEU PAÍS.

Rosângela Rodrigues.

Erisvaldo Vieira
Erisvaldo Vieira Publicado em 25 de Julho de 2012

Ah! Eu vou ler nada! Esse texto é muito longo...não sabe que você pode se (re)encontrar nesses 5 minutos de leitura...

Erisvaldo Vieira
Erisvaldo Vieira Publicado em 25 de Julho de 2012

Você não sabe de um segundo à frente do instante em que você lê isso, portanto, seja uma pessoa boa, paciente, tolerante... assim, de um modo ou de outro, o futuro se lhe aparecerá sempre sorridente. 

ciro machado
ciro machado Publicado em 24 de Julho de 2012
CIRO MACHADO
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
O POCA URNA VALFREDO
Tempo de política. Não tinha carro de som naquele tempo. As vezes,arrumavam um microfone desse que o tuiter apita, de vez em quando,e a voz sai destorcida.Houve convenção,escolhido os candidatos seu Luiz Tavares,candidato único,a vitória já era certa.Faltava os vereadores.Alguns insistiam em ser candidatos,só podia ser para fazer número,porque analfabeto,não tinha nem idéias e nem planos.Valfredo Palmeira era o mais presente em todos eventos políticos,um tipo de Paulo Noticia.Os comícios.Sobe Valfredo no palanque,(uma carroceria de caminhão parado fechando uma rua),queria também discursar.Ficou um cara no controle do som.-Preste atenção: qualquer besteira que ele falar,feche o som,falou seu Luis ..Não falou dez palavras,esse, tomou o microfone,antes mesmo do controle ser desligado,pra não continuar falando besteiras.Foram as urnas.Nesse tempo todos teriam que fazer um x no quadro do candidato.Valfredo esperava ser eleito.Família muito grande.Da ribeira até a cidade se desse uma topada era num parente seu.Iria pocar as urnas de tanto voto,pensou,no mínimo ser o mais votado.Na verdade,foi o menos votado o primeiro a não ter um votinho de nada,sequer.Nem ele mesmo acertou seu voto.Com vergonha,nunca mais quis saber de política.

OBS:meu Facebook,ciro traipu,tem um grupo escritores traipuenses.tem outras estorias.


ciro machado
ciro machado Publicado em 24 de Julho de 2012
CIRO MACHADO
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
DISCURO DE GALERA
Galera foi candidato, a vereador, e no palanque, durante os comícios também queria discursar.Mas o candidato a prefeito com medo do que ia dizer,pediu pra ser curto,e rápido.Até ficou perto do microfone.Chegou a vez desse poca urna.É sua vez, galera,veja o que diz.Pode deixar.Posso até pronunciar errado,mas vou falar a verdade.Começou:-meus sinhores e minhas sinhoras,meu povo de Manueis,sou canidado a veriador,e vim pedir o voto de vamicês.Vivo servindo a um e a outro.vamices me conhece.Levo todo mundo pra Traipu,pra Girau.Se tiver dinheiro,viaja ,se não tiver tamém ,levo.Quero pedir tamém o voto pra meu prefeito esse home que vaimices ta vendo e já conhece.É um home trabalhador, de bem , amigo de nóis.Tem nego por ai, uns linguarudos, que ainda vem falar em roubo.Esse é o home que mais fez, e que mais faz. Nessa hora candidato tomou o microfone e disse,ta doido.Ele disse,:-eu falei que você é quem mais faz coisas em Traipu,quem mais trabalha.Mas ,sua infeliz colocação foi errada,e soou mal.Isso é o que dá botar candidato,analfabeto, na política.
 
ciro machado
ciro machado Publicado em 24 de Julho de 2012
CIRO MACHADO
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
AS DONAS DA RUA
Em Traipu,ninguém estranhe se alguém se achar donos das ruas.Os carros param as vezes no meio,empatando o transito,quando não armam uma barraca ,sem mais nem menos e interceptando a rua ou beco.Basta um simples aniversário de criança ou outro motivo,pra tomar cachaça.Colocam até cones nas entradas par uma simples lavagem dos seus carros. Aqui não é surpresa andarem pelo meio das ruas, é costume, os motoristas dos carros ,se quiserem que os desviem ,dos pedestres, ou esperem. Isso mesmo. Mas hoje vi coisa pior. Estando na porta da Secretaria, com Zé Luiz,Ailton,e outros,presenciamos Zezinho Chaves chegar com uma ambulância para estacionar.Atender uma emergência.Ficou ,mais de cinco minutos parado, com o motor do carro funcionando, esperado que,duas mulheres, deixassem de fofocar.Perto delas e da gente ,na calçada tinha muita sombra,e muito espaço.Não era nada de mais ,subirem na calçada,baixa e larga da Secretaria.Elas do meio da rua,no sol quente, ainda disseram:-quer que a gente saia,para passar?Brincando, rindo, ainda disse:- Zezinho,(que também ria) tenha paciência,quando elas terminarem o papo,e sairem , você passa para pegar o doente para viajar.Eita,Traipuzinho,de povo folgado!Esse é a minha terra!
ciro machado
ciro machado Publicado em 24 de Julho de 2012

CIRO MACHADO
PEQUENOS CASOS DE TRAIPU
PESCARIA DE NAZARÉ MELO.
Traipu,sempre foi uma terra onde as pessoas ,tinham o costume de enterrar seus umbigos.Uns,enterravam nas porteiras dos currais,pra dar sorte e ser fazendeiro,criador de gado,mas acho que seu Benvindo,pai de Nazaré enterrou o dela,debaixo duma pedra na beira do rio.Nazaré Melo,Solange sua irmã,viveram no Rio de Janeiro, onde moraram muito tempo até voltarem para Traipu,juntas,com outro traipuense, seu Arnaldo, esposo da dona Solange, e seus dois filhos,o Cícero Melo(Cicinho ), a Lucia(Lucinha).Era bonita a união deles.Arnaldo andava com os dois filhos pra cima e pra baixo,não desgrudavam.Cariocas,no começo chamaram atenção na maneira de falar,mas depois foram se entrosando,através da escola,sendo depois conhecidos por todos.Mas Nazaré,não perdeu tempo,arrumou um chapéu de palha grande, uma vara de pesca,indo matar a saudade nesse outro rio que nunca se esqueceu.Só saia as vezes,pra almoçar.Nunca vi ninguém gostar tanto de pescar de vara ,como Nazaré.Quem quisesse conversar com ela,tinha que ir lá,na beira do rio.Podia ser o dia que fosse, chovendo,ou de sol,a não ser, temporal.Aquela mulher,baixinha,branca,de óculos,com seu cigarro,acho que se sentia no céu .Gostava de conversar,mas não perdia a atenção,da pesca.Dificilmente desperdiçava uma isca para uma piaba.Era o que mais pescava,as vezes,vinha mandim,piau,pirambeba,piranha,mas piaba era mais emocionante.Beliscava a isca ,balançando a linha,tempo suficiente para puxar, no exato momento do impulso do peixe.Fumava ,mais de uma carteira de cigarro pó dia.O filete de fumaça subindo,denunciava,quem estava ali,por baixo daquele chapéu de palha ,de abas largas,as vezes sentada,numa pedra,sempre pescando.As vezes vou a beira do rio, visitar esse opara,apreciar as lindas paisagens,ver as embarcações quem chegam que saem, as que descansam amarradas entre duas cordas, nos portos ,observar as lanchas e canoas,deslizarem nas águas,curtir as ondas fazendo espumas nas pedras.Olhar as pessoas,embarcando ou descendo desses barcos.Mas a lembrança maior,quando desvio minha vista, para uma daquelas pedras ,da beira do rio,é de Nazaré Melo.Imagino,aquela mulher,com sua vara de pesca,dando suas baforadas,e pensando baixinho:Aqui sim,fui muito feliz,fiz o que mais gostava.Senti a paz e o sossego que tanto esperei.Foi aqui,que conversei muito, com os peixinhos,que pegava nas minhas pescarias e ouvi muitas musicas assoviadas pelo vento.Quem sabe,quando ela bateu na porta do céu, São Pedro,tenha dito:- entre colega,vou arrumar um riozinho daqueles,para você também, pescar.

Erisvaldo Vieira
Erisvaldo Vieira Publicado em 24 de Julho de 2012

Da arte de ver uma mosca bêbada...


Não mostrem esse conto para um especialista em moscologia, por favor. Ele vai dizer que pirei. O caso é sério! Era uma terça-feira. Dia estranho para se beber uma cerveja, mas, resolvi tomar uma. Antes, pedi uma destilada...(continua em meus textos com o título A MOSCA PIGUNÇA).

Cida Lima
Cida Lima Publicado em 24 de Julho de 2012
Atualizado em 24 de Julho de 2012

Caro Ernande Bezerra,

Espero que você esteja bem. Checamos sua conta e seus textos estão abrindo normalmente. Acreditamos que sua dificuldade deve ser um problema com sua conexão de internet. Verifique e tente novamente, caso não consiga nos comunique.

Agradeço sua participação em nosso site.

Um abraço fraterno e até quarta.